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Mercado Pet & Cia.
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Confira as dicas da veterinária Marisa Nogueira e veja como orientar o seu bichinho a fazer xixi e cocô no lugar certo
1. O momento ideal para ensinar o cachorro a fazer xixi e cocô? Enquanto ele ainda é filhote. A partir de 45 dias já é possível começar o adestramento.
2.
Depois que o cachorro tiver comido e bebido água, o dono deve colocá-lo
em um ambiente todo coberto por jornal. É só deixar o bichinho lá por
uma hora e depois soltá-lo para brincar. Com o passar das semanas,
deve-se diminuir a quantidade de jornal, até ficar somente uma folha. O
cachorro fixará o comportamento e não fará nem xixi nem cocô em outros
lugares.
3. A veterinária lembra que há os
chamados educadores sanitários – produtos à base de amônia que imitam o
odor da urina do cachorro, facilitando o adestramento. São vendidos em
lojas de artigos para animais. Porém, segundo ela, só precisam ser
usados com cachorros mais velhos, que já tenham comportamento
inadequado.
Outra dica da profissional: não se
deve deixar comida nem bebida o dia todo à disposição do cão, pois isso
dificulta o ensinamento. O correto é que ele tenha hora certa para comer
e matar a sede.
Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) mostrou que animais idosos não sofrem redução no número de neurônios. A descoberta contraria a ideia que se tinha de que o envelhecimento corresponde à perda de células nervosas.
Para
chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram o sistema nervoso
autônomo – responsável pelo controle de funções vitais – de ratos,
cavalos, gatos e, principalmente, preás, que são considerados idosos aos
três anos e meio de idade.
A partir das observações, puderam
concluir que o número de células nervosas que se dividem é maior do que o
número de neurônios que morrem com o envelhecimento.
Como explica
o professor Augusto Coppi, um dos autores da pesquisa, isso faz com que
a quantidade total de neurônios permaneça estável ou, em alguns casos,
até aumente. “Utilizamos marcadores imunohistoquímicos especiais para
detectar as células que estavam se dividindo. Mostramos que o número de
células em divisão é uma proporção constante em cada faixa etária.
Assim, o número total de células se mantém exatamente o mesmo em cada
uma das quatro faixas etárias que observamos: animais neonatos, jovens,
adultos e idosos”, explicou o professor.
O estudo, no entanto, mostrou que esta estabilidade não foi notada nas cobaias,
nas quais puderam notar uma redução de 21% no número total de neurônios
entre animais idosos. “Não sabemos explicar as causas dessa redução. Em
compensação, no caso do cão, houve um aumento incrível do número de
neurônios em animais idosos: 1.700%”, afirmou Coppi.
Essa
descoberta é um marco para a comunidade médica e se soma a uma série de
pesquisas que tentam amenizar os problemas causados por doenças
degenerativas em humanos.


Idéia
que poderia ser copiada… Nada contra a beleza dos fogos, mas o barulho é
insuportável. Na minha rua já era dia 01 e ainda tinha gente
comemorando. Um cachorro de minha vizinha comeu a cortina de medo… outro
apareceu em casa e estamos procurando o dono, pois estava ofegante, e
claramente tem um dono… Acho também que precisamos conscientizar as crianças, ensinando sobre o barulho que provoca medo para os animais, além do perigo que as bombinhas e fogos provocam a elas.
Os italianos se preparam para o Ano-Novo com proibições de lançar fogos de artifício
em várias cidades para evitar ferimentos em animais e crianças e com
sérias recomendações de oftalmologistas no momento de abrir as garrafas
de prosecco sem que a rolha tenha como alvo os olhos de quem estiver no
entorno.
A polêmica dos explosivos partiu neste ano da
Aidaa (Associação Italiana de Defesa dos Animais e Ambiente). Em várias
cidades, a entidade pediu aos prefeitos a proibição do uso de fogos dos
quais os italianos são tão fãs para festejar a entrada do novo ano e que
“aterrorizam os animais, que passam a noite escondidos”.
Aderiram a essa iniciativa as cidades de Turim, Milão, Veneza e Modena, no norte do país, e Bari, no sul.
Por
sua vez, o prefeito de Roma, Gianni Alemanno, não proibiu as
comemorações pirotécnicas, já que para parte dos italianos é mágico
destruir o tempo passado através da purificação do fogo, mas com
moderação.
Os veterinários,
entretanto, advertem que tanto os animais domésticos quanto os
selvagens sentem terror diante de explosões porque não sabem de onde
provêm e podem fugir apavorados invadindo estradas ou abandonar em
revoada seus ninhos.
Uma proibição impossível de impor em Nápoles,
onde a população adora os fogos e neste ano está sendo preparado um
grande show pirotécnico com o nome de “prêmio de risco”. A esperança
deles é conjurar com a explosão a crise econômica tão ligada ao que os
italianos chamam de “spread”, que até agora nem sequer o
primeiro-ministro da Itália, Mario Monti, conseguiu exorcizar.
O
uso impróprio de explosivos causa a cada ano milhares de ferimentos em
adultos e crianças, com danos mais graves nas mãos e no rosto (7%),
enquanto 5% acabaram com amputações de membros e perda de visão, informa
neste sábado o jornal “Il Messagero”. Só em Nápoles, a pirotecnia fez
nos últimos cinco anos 344 feridos.

A cidade de São Paulo acaba de ganhar a primeira loja
de adoções de animais domésticos e domesticados provindos de maus
tratos e abandono, o Centro de Adoção localizada na Rua General
Jardim, nº 234 – Centro, inaugurado no domingo(11).
A loja é
resultado da parceria entre a Associação Natureza em Forma e a casa de
cultura independente Matilha Cultural possui 70 m2 e dois andares onde,
além dos animais para adoção
(cachorros, gatos, pombas, galos, entre outros), oferece produtos
exclusivos como camiseteria, calendários, souvenirs institucionais de
diversas Ongs como Instituto Nina Rosa, Tribuna Animal, Toca dos Gatinhos, PEA, Sem Raça Definida,Celebridade Vira-Lata todas com renda revertida para a causa animal.
Ao
longo do dia, cerca de 300 pessoas participaram das ações de
inauguração que resultou na adoção de 11 animais, sendo 4 gatos e 7
cachorros. Mais de 50 atendimentos foram realizados a preços populares
durante o Mutirão da Saúde que contou com prestações de serviços de
saúde animal (consultas veterinárias, vacinas, Placas de Gravação,
Microchipagem, RGA) promovidas pela Clínica Melhor Amigo.
Há 2
anos a Matilha Cultural cede gratuitamente a Natureza em Forma um espaço
de 100 m2 para realização de uma feira de adoção diferenciada, com
musica ambiente onde os cães para adoção ficam soltos e interagem
diretamente com o publico em meio as exposições de arte, cinema e toda
programação da casa vigente, disponível gratuitamente. O objetivo da
loja é promover a adoção, informar, conscientizar e oferecer serviços a
preços populares a fim de incentivar as pessoas a cuidarem de seus
animais.
História: A Associação
Natureza em Forma nasceu há 7 anos, seu fundador é o biólogo Lito
Fernandez que inicialmente resgatava, recuperava e reintroduzia na
natureza animais silvestres, principalmente nas estradas próximas ao
município de Igaratá em SP, onde contava com um espaço cercado de 7
alqueires de mata nativa e reflorestada do “Spa Fazenda Igaratá” – local
que acolheu seu projeto.
Logo estes animais começaram a procriar e
prosperar, virando alvo de cães e gatos não-domiciliados que começaram a
caçá-los. A primeira providência foi promover ações educacionais e
mutirões de castração na cidade e arredores, mas em decorrência das
ações, abandonos começaram a ser freqüentes, sendo necessário o trabalho
de adoção desses animais com urgência.
A atividade da Associação
Natureza em Forma ganhou força e então se instalaram no famoso casarão
da Av. Paulista, que estava abandonado à espera de restauro. Foram seis
anos de presença dos animais no coração financeiro e cultural da cidade.
Após a sua desapropriação, a Associação se manteve realizando eventos
móveis de adoção e hoje esta fixamente todos os domingos na Matilha
Cultural e agora com a loja Centro de Adoção.
Loja Centro de Adoção
Terça a Domingo 10:00 – 20:00 hrs
End.: R. General Jardim, 234 – Centro – SP/SP
Fone:(11) 3151-2536
Site: http://www.naturezaemforma.com/centrodeadocao
Facebook: Natureza em Forma
e-mail:contato@naturezaemforma.org.br
Fernando Lopes, de 52 anos, é pós-graduado, casado, tem três filhos,
era empresário e tinha uma vida financeira estável. Mas ele abandonou
tudo e resolveu se tornar um ‘dog walker’, também conhecido como
passeador de cães. Hoje, com a saúde melhor e mais confiante, ele diz
que foi a melhor escolha que já fez.


Acho que esta reportagem mostra o que um pitbull e não somente como a mídia massacra a raça. A ong Pitcão recebe denúncias de casos que o homem é que maltrata-os simplesmente por eles existirem.
Cadela
pit bull perde pata após salvar dona desmaiada sobre linha de trem.
Lilly teve parte de pata dianteira dilacerada pelo trem em
Massachusetts. Maquinista viu a cachorra arrastando a mulher, mas não
conseguiu frear.
Uma cachorra da raça pit bull chamada Lilly está
sendo chamada de heroína após salvar a vida de sua dona, que desmaiou
embriagada sobre trilhos de trem em Shirley, no estado americano de
Massachusetts.
Lilly, de 8 anos, acabou sendo atingida depois de
arrastar Christine Spain para a segurança. Levada para o veterinário,
ela teve parte da pata dianteira direita amputada, segundo a reportagem
da emissora FOX em Boston.
O maquinista diz que viu a cadela
puxando a mulher da linha de trem por volta de meia-noite da última
sexta-feira (5). Ele acionou os freios, mas a locomotiva parou por
completo só depois de atingir Lilly. A mulher não sofreu nenhum ferimento.
A
cachorra teve a ponta da pata dilacerada, sofreu fraturas na pélvis e
ferimentos internos, mas se manteve ao lado da dona até que o socorro
chegassem ao local, disse um bombeiro.
O filho de Christine, David
Lateigne, explicou que a mãe sofre de alcoolismo há muitos anos. Ele
mesmo deu Lilly para a mãe como forma de companhia, após resgatar a
cachorra três anos atrás.
“Sempre soubemos que ela é um cão
especial. E ela mostrou exatamente o que é um pit bull, ela foi até o
fim”, conta David, emocionado. Ele trabalha como policial em Boston, longe da mãe.
Evento acontecerá nos dias 18 e 19 de junho e terá expositores, desfile beneficente e desfile de marcas famosas, além de novidades nacionais e internacionais do setor



Quem é o melhor amigo do homem? A resposta invariavelmente recai sobre o
cachorro, ainda que para muitos seja o gato, o papagaio, o canário, o
hamster, a calopsita. Não importa qual, todos esses animais domésticos
que integram o chamado mercado pet, como o designam os países de língua
inglesa dos quais tomamos emprestado a expressão, já respondem por um
negócio de US$ 73 bilhões por ano no mundo.
Desse montante, os
brasileiros participam com US$ 7 bilhões. Valor que aguça o apetite das
empresas em oferecer soluções. A Cooperativa de Médicos Veterinários de
Goiás (Unimev-GO) é um bom exemplo. Desde 2006, ela vende um plano de
saúde voltado para 54 espécies de animais de pequeno porte, presente em
nove estados brasileiros.
O presidente da Unimev -GO, Hélio
Lourezo, conta que o faturamento em 2010 chegou a R$ 1 milhão, 15% a
mais que o contabilizado em 2010. A expectativa para este ano é mais
ousada: quase triplicar de tamanho, somando 100 novos contratos aos 60
existentes. Os planos variam de R$ 47 a R$ 230 mensais, a depender da
idade e do tipo de serviços escolhidos. Estima-se que a soma apenas de
gatos e cachorros seja de 40 milhões no país e, portanto, para cada um
deles existe um ou mais consumidores dispostos a pagar caro pelo
conforto do animal de estimação.
Para facilitar o entendimento, o
plano oferecido pela Unimev-GO é bem similar ao usados pelos donos. Tem
prazo de carência e coberturas para consultas, exames e cirurgias. Os
prazos e os serviços dependem do plano escolhido: do Standard (o de
valor mais baixo), passando pelo Master e pelo VIP até o Golden (o mais
caro). Os segurados são atendidos por veterinários da rede credenciada
ou em veterinário da preferência do dono pelo sistema de reembolso. A
cobertura é oferecida para animais de quatro meses a oito anos.
A
Unimev-GO, único plano de saúde animal aprovado pelo Conselho Federal
de Medicina Veterinária, conta atualmente com uma rede credenciada de 22
clínicas e cerca de 40 veterinários cooperados. “Com essa parceria, que
segue o conceito de cooperativismo, é possível conseguir a melhoria da
proteção dos animais e propiciar aumento na geração de emprego e renda
aos profissionais que atuam no setor”, diz o assistente administrativo
da Unimev-GO, Júlio César de Amorim.
A administradora Daniela
Nardelli, 39 anos, aprova o serviço. Ela não se importa em desembolsar
R$ 360 por mês para oferecer cobertura às cadelas Marie (5 anos), Mabel
(2) e Lazy (2). Daniela contou que, há três anos, Marie precisou ser
castrada e o custo ficaria em R$ 1, 8 mil caso fosse feito em uma
clínica particular. Como o plano cobria a cirurgia, ela pagou apenas o
valor mensal do plano.
“A economia foi muito grande e ela teve
toda a assistência dos veterinários.” Ela disse ainda que se fosse arcar
com as despesas, os gastos chegariam facilmente ao dobro. “Tem gente
que se preocupa só com a estética do animal e esquece que ele precisa de
cuidados médicos”, acredita Daniela.
A Proteste (Associação de
Defesa do Consumidor) recomenda, porém, que os donos de pequenos animais
domésticos, façam contas antes de contratar o plano. “Primeiro
verifique se será vantajoso para você e se você é capaz de pagar. Liste
todos os tipos e quantidades de processos médicos veterinários que seu
animal usa por ano. Depois, multiplique o valor cobrado por cada
procedimento em clínicas onde você costuma levar seu bichinho e esse
será o resultado do custo anual deixado no veterinário. Sabendo esse
valor é possível avaliar se o plano terá uma boa relação
custo-benefício”, informou o órgão, em nota ao Correio.

O mercado voltado aos pets tem inovado na criação de brinquedos e
objetos para animais de estimação. Mas uma empresa chamou a atenção ao
criar camas de luxo para os bichinhos e desenvolveu uma linha de camas
especiais para esses animais. O destaque é o design das minicamas.
Segundo informações publicadas no jornal inglês Daily Mail da
quinta-feira (26/4), além de parecer confortável, o móvel é muito
parecido com camas comuns, mas em miniatura.

O objeto extravagante permite que os bichinhos relaxem em estilo, mas
tanto mimo tem um preço. A cama chega a custar cerca de R$ 2,9 mil.

As criações da empresa argentina Cedel Pets and Style incluem, ainda,
uma cama para gatos com mesas de cabeceira, pequenos travesseiros e até
um miniedredom. O modelo, que mede 66 centímetros de comprimento e 55
centímetros de largura, leva cinco semanas para ficar pronto e está
entre os produtos mais sofisticado da companhia.
As construtoras têm investido nas áreas comuns dos edifícios
para atrair interessados. Piscinas e churrasqueiras vieram primeiro.
Depois, espaços gourmet e até cinemas. Agora, são os animais de
estimação que começam a ganhar espaço, com a introdução de ambientes especiais para eles.
“Nos empreendimentos grandes, muitas pessoas têm animais e não querem ir a pet shops,
mas sim cuidar em casa”, diz a arquiteta Maria Fernanda Ribeiro, da
Aresta Arquitetura, para justificar a proliferação dos chamados pet
cares em condomínios. Esses ambientes recebem tanques, chuveiros e
tomadas para secador. “Além disso, decoramos os ambientes com armários e
gavetas para auxiliar na lavagem dos animais”, afirma Melina Fanny
Iossephides, gerente de desenvolvimento de produto da Gafisa. “Fica como
um pet shop, só que dentro do edifício”, completa Maria Fernanda.

O mercado pet está em expansão. Segundo especialistas, as lojas focadas
em produtos de luxo para animais de estimação se destacam como uma boa
tendência de negócio para este ano.
Com mordomia que não acaba mais, o pet shop do empresário David Kim é
uma verdadeira boutique. Tudo esbanja luxo. Camas bem confortáveis,
roupas feitas à mão e acessórios com brilho e design diferenciado. Os
produtos são exclusivos e os preços nas alturas, uma roupinha, por
exemplo, custa R$ 600.
Coreano, ele vive no Brasil há 25 anos. Em 2008, começou a trabalhar
com o setor pet. No início vendia roupas para cachorro em um pequeno
escritório, e há um ano montou o pet num shopping em São Paulo.
“O pessoal vem, vê coisa diferente. É uma loja só para cachorro, sente
qualidade. Ele já prova no cachorro. Parece que foi feito para próprio
cachorro mesmo”, afirma o empresário.
Kim investiu R$ 1 milhão para montar o espaço de 40 metros quadrados.
Os produtos são importados da Coréia. A grife está presente em mais de
60 países. É a primeira loja da marca na América Latina. Estão à
disposição do consumidor mais de 500 itens.
Os produtos são para os animais, mas na verdade, quem se encanta com a
variedade são os donos. É só entrar aqui e se perder entre tantas
opções. E entre os produtos mais vendidos da loja, estão as bolsas,
sofisticadas como acessórios, e muito práticas para carregar um
cãozinho.
E a comodidade não para por aí. Quem preferir pode levar o cachorro
para passear num carrinho bem parecido com o de bebê. Para isso, o
cliente paga até R$ 1,3 mil.
Para os apaixonados pelos bichinhos, é um investimento que vale a pena.
“Eu vim de Santos especialmente para comprar um carrinho, e nesta
loja”, diz Nanci Paiva,consumidora.
A loja vende cerca de 40 produtos por dia. E fatura R$ 100 mil por mês.
“As roupas são lindas e acho que isso que chamou mais a atenção. São
roupas bem diferentes”, afirma Graça Dantas.
Na loja, tudo que é diferente, vende. A cada 15 dias, o empresário Kim
troca as coleções e prova que este mercado também pode ter
exclusividade. “Tem cliente que vem toda semana procurando coisa
diferente. Então eu sou obrigado a ter coisas diferentes sempre”,
afirma.
A população de animais domésticos cresce a cada ano no Brasil. Hoje,
estima-se que o país já atinja a marca de 28 milhões de cães. Com isso, o
consumo de produtos pet disparou.
Para o consultor Sebastião de Oliveira Campos, o crescimento do mercado
é um reflexo da forma como os brasileiros passaram a tratar os animais
de estimação.
“Ele freqüenta a casa, faz parte da casa. E então é tratado como membro
da família de fato. E aí com o crescimento do consumo, crescimento da
renda e o amadurecimento desse mercado, cada vez mais se tem produtos
específicos mais luxuosos e as pessoas estão dispostas a isso”, avalia.
