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Pajem de quatro patas

Reprodução da internet: Amarelo de Ouro
Hellen Leite

Existem pessoas tão apaixonadas por cachorros que vão além da simples relação dono-animal. Essa afinidade não é tão recente assim. Há algum tempo esses bichinhos passaram de simples animais domésticos para membros da família. Algumas noivas fazem tanta questão de ter os peludos na cerimônia que inovam até na hora de escolher o pajem e a daminha. Nesses casos quem leva as alianças até o altar é peludo e tem quatro patas. 

Inspire-se nas noivinhas que fizeram questão de levar o animal de estimação para o casamento!

Se a noiva não quer abrir mão da presença do melhor amigo na cerimônia, é essencial pensar no bem estar do bichinho. Segundo o veterinário Rodrigo Verdade é imprescindível conhecer bem cachorro antes de dar uma tarefa tão importante pra ele. O próprio Rodrigo conta que pensou em usar um de seus cães no próprio casamento, mas desistiu por causa do temperamento agitado dos cachorros. 

Aqui vão algumas dicas do veterinário e do CorreioWeb para garantir que nada dê errado durante a cerimônia.

1. Só leve o cãozinho para a cerimônia se ele for acostumado com pessoas e lugares movimentados. Pense duas vezes antes se ele for muito agitado ou nervoso. 

2. Se a cerimônia for na igreja, converse antes com o responsável por celebrar o casamento. Pode ser que não seja permitida a entrada de animais no ambiente.

Reprodução da internet
3. Treine o seu bichinho. Ele pode se assustar com o ambiente. É recomendável levar ele várias vezes ao local do casamento. 

4. Antes da cerimônia leve várias vezes o seu cachorro para passear. E certifique-se que ele está com as necessidades fisiológicas em dia.

5. Tente colocar a roupinha mais confortável possível no seu cão. Se ele não for acostumado a usar roupas vá acostumando ele aos poucos até o cachorro assimilar a ideia de estar vestido. 

6. Evite os flashs dos fotógrafos. Pode estressar o cachorro.

7. Deixe sempre alguém responsável pelo cão, para que ele não atrapalhe os convidados nem apronte nenhuma travessura. 

8. Deixe sempre água acessível ao seu cachorro, para que ele não fique desidratado. 
 
 

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Quer ter um pet bem educado? Confira as dicas

linda Quer ter um pet bem educado? Confira as dicas
Educar um animalzinho não é tarefa fácil. Cães podem ser geniosos e ter reações inusitadas e antissociais ainda que tratados com atenção e carinho.
– Na maioria das vezes, o problema é com os donos e não com os cachorros – explica o Pablo Weber, acrescentando que os humanos não podem perder de vista a noção de hierarquia canina. – Todo cachorro pertence a uma matilha, e toda matilha deve ter um . Se o cão percebe que não há um , ele vai ser o rei do pedaço.
Veja as
- Entenda como seu cão pensa. Tente compreender do que cada precisa.
- Lembre que você deve ser o líder. Não deixe que ele faça o que quiser. Voz firme e postura correta são fundamentais.
- Recompense o bom comportamento do cão. Pode ser com , como biscoitos e ossinhos, ou em forma de carinho. Escolha o momento certo para recompensar o cachorro.
- É importante repetir os mesmos comandos várias vezes. Cerca de 80% do é repetitivo, enquanto os outros 20% são associativos.
- Não incentive maus hábitos. Não é porque determinada atitude é “fofinha” que o cachorro pode fazê-la.
- Combine com toda a família os comandos que vão ser ensinados ao cão. Combine também as da casa para que o cão não se confunda.
- É importante oferecer diversas para estimular o cérebro e os sentidos do cão. Exercícios físicos são fundamentais para não deixá-lo estressado e irritado. Muitos cães ficam agressivos por causa da solidão.
- O ideal é que o cachorro seja adestrado a partir dos dois meses de idade. Mudar um comportamento arraigado é sempre mais difícil.
- Continue reforçando o aprendizado do cachorro durante toda a vida dele.
- Cuide do ambiente do cão. Ele é extremamente importante para sua saúde e comportamento.
- Lembre-se: cães agem segundo instintos. Não se deve tratar um cachorro como se fosse um bebê, por exemplo, ou esperar que ele aprenda tudo sozinho.

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Receitas caseiras e saudáveis para o seu cão Que tal cozinhar para o seu cãozinho? Além da ração, oferecer uma alimentação nutritiva preparada por você pode ser uma boa opção

Cão comendo
As receitas caseiras são saudáveis, pois não têm conservantes ou aditivos
Foto: Airton G. Pacheco

Você sabia que uma refeição simples e nutritiva para seu cão pode ser preparada em casa sem muitos mistérios? Você não deve substituir as rações, mas, sim, complementar a alimentação do seu cãozinho.
Foi pensando nisto, que a empresária Myrian Abicair (que é apaixonada por seus bichinhos - ao todo, ela tem 30 cachorros, a maioria da raça Yorkshire), criou uma série de receitas para quem quer fazer um agrado ao seu animalzinho de estimação. O resultado é o livro "Cão Gourmet - Receitas Caseiras e Saudáveis para seu Cão" (Editora CookLovers). Confira algumas receitas:

Biscoito Nutritivo

Cães comendo
No almoço ou no jantar, os biscoitinhos são ótimos adicionais na dieta do seu cão
Foto: Airton G. Pacheco

Ingredientes

· 4 xícaras  de farinha de trigo integral
· 1 xícara de ração triturada
· 1/2 xícara de fubá
· 3/4 de xícara de óleo de canola
· 1/3 xícara de água
· 1 xícara de cenoura ralada
Modo de preparo
Misture todos os ingredientes numa vasilha até se tornar uma massa lisa e homogênea. Abra a massa em uma superfície polvilhada de farinha até ficar com 6mm de espessura aproximadamente.
Com auxílio de um molde, corte a massa em biscoitos, disponha-os em uma assadeira untada de óleo e leve ao forno em temperatura média por 20 a 25 minutos. Retire e deixe esfriar por completo.
Dica: os petiscos devem ser guardados em recipientes fechados.
cão branco
O iogurte desnatado é uma boa fonte de cálcio para o seu cãozinho
Foto: Airton G. Pacheco

Vitamina em cubinhos

Ingredientes
· 4 xícaras de iogurte natural desnatado
· 1 banana nanica picada
· 1 xícara de blueberries, framboesas ou morangos
· 1 colher de sopa de tahine (creme de gergelim)
· 1 colher de chá de essência de baunilha

Modo de preparo
Bata todos os ingredientes no liquidificador até adquirir consistência cremosa. Disponha a vitamina em forminhas de gelo e congele. Desenforme e sirva.
PS: Todas as receitas foram testadas e aprovadas por veterinários.

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Fitoterapia para animais: cure seu bichinho com plantas medicinais Pouca gente sabe, mas a fitoterapia pode fazer muito pela saúde dos animais

Mulher medicando o cãozinho
As cápsulas com medicamentos fitoterápicos podem também ser misturadas à ração
Foto: Dreamstime
Se o bicho anda agitado, um bom chá de melissa pode deixá-lo calminho, calminho. Digestão difícil? Tente uma infusão de folhas de boldo. Agora, se o caso for um problema respiratório, a menta trará um alívio e tanto.
Assim como a gente, os pets também saem ganhando com as plantas medicinais. Infusões ou mesmo cápsulas, não importa a forma - medicamentos fitoterápicos, 100% naturais, são cada vez mais adotados em clínicas veterinárias para curar desde feridas até dores articulares em animais domésticos.
Se o especialista indicar um chá, você só vai precisar de uma seringa. Já a cápsula pode ser misturada à ração. Vêm das plantas, também, as substâncias usadas em tinturas, óleos e pomadas. "Geralmente o remédio tem boa aceitação", garante a veterinária Regina Motta, de São Paulo. As doses e a duração do tratamento variam de acordo com o tamanho do animal.
Segundo o veterinário Marcos Fernandes, de São Paulo, o baixo custo dos fitoterápicos e a diminuição dos efeitos colaterais são as principais vantagens do tratamento. Os remédios costumam ser encontrados em farmácias especializadas ou de manipulação. "Por serem naturais, os princípios ativos são menos tóxicos e causam menor impacto no organismo", acredita a veterinária Regina.
Mas atenção! A prescrição do veterinário é indispensável. "Os fitoterápicos exigem os mesmos cuidados que as drogas alopáticas", alerta a veterinária Valéria Oliva, de São Paulo. "Se são utilizados da maneira errada, podem apresentar resultados indesejados", completa o professor veterinário Nilson Roberti Benites.

Os mais receitados

Tintura de calêndula: cicatrizante e anti-séptico de uso tópico
Tintura de eufrásia: usada como colírio contra conjuntivite
Chá de camomila: alivia cólicas
Própolis: para tratar problemas respiratórios ou irritações na pele
Chá de boldo: infusão contra problemas no fígado
Passiflora e melissa: contêm substâncias calmantes
Chá de quebra-pedra: previne a formação de pedras nos rins
Arnica: pomada de uso local, reduz inchaço e traumatismos
Copaíba: óleo cicatrizante e antibacteriano
Menta: infusão usada para inalação

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Gatos também sofrem de Alzheimer Você sabia que os gatinhos também podem desenvolver o mal de Alzheimer?

Gato
A predisposição genética também está relaciona à doença
Foto: Dreamstime

E pensar que o felino também pode desenvolver o mal de Alzheimer. Foi o que constatou um grupo de cientistas de universidades da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos. Eles encontraram no cérebro de alguns bichanos uma proteína que dificulta o processamento das informações nervosas - e é isso o que caracteriza a doença "Catzheimer", como já foi apelidada, que é degenerativa do sistema nervoso, afetando a cognição e a memória. Assim como nos humanos, a idade avançada - entre os 8 e 12 anos de idade - e a predisposição genética estão relacionadas à encrenca.
"É muito difícil fazer o diagnóstico no gato", explica o neurocirurgião veterinário Alex Adeodato. "É que nele os problemas neurológicos mais comuns têm a ver com tumores ou isquemia."

Atenção nestes sinais:

· Ele não reconhece o dono e fica arredio.
· Bate constantemente a cabeça na parede.
· Perde-se dentro de casa e não encontra mais o caminho até a caixinha de areia.

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Como aquecer cães e gatos no inverno Mesmo tendo um "cobertor" natural, cães e gatos podem adoecer no inverno - saiba como evitar isso

Cachorro dormindo
Os bichos também merecem alguns cuidados para ficarem aquecidos no inverno
Foto: Dreamstime

Quando a temperatura cai, assim como nós, os bichos também sentem as consequências. Veja como aquecer seu cãozinho ou gatinho no inverno
Cafofo protegido
Seu bicho de estimação fica no quintal? Então, providencie uma casinha do tamanho dele (se a grana estiver curta, vale usar bacias ou caixas de papelão). Instale-a longe do vento e da chuva. E não se esqueça de forrar o chão com jornal ou papelão.
Cama quentinha
Para aquecer bichos que vivem dentro de casa, separe um cobertor usado. Para filhotes órfãos, encha uma garrafa plástica com água morna, tampe bem e enrole-a num pano quente. Troque a água sempre que esfriar.
Roupas apropriadas
Cachorros magros, velhinhos ou de pelo curto precisam de roupinhas, sim. Se eles sentirem calor, tente peças feitas de um tecido mais leve. Já os gatinhos têm menos dificuldade para enfrentar as temperaturas mais baixas - e os felinos não curtem a moda do bicho vestido!
Menos banho
No frio, a imunidade baixa quando o pelo fica molhado, principalmente em bebês e vovôs. Por isso, diminua a frequência dos banhos. Quando a chuveirada for inevitável, escolha o período mais quente do dia, use água morna e seque com cuidado. Para evitar choques térmicos, deixe o bicho longe da friagem por 20 minutos.
Brincadeiras extras
Faça seu pet correr atrás de bolinhas ou caçar ratinhos. Animais que não se exercitam sentem mais frio.
Mais ração
É natural que o apetite dos peludos aumente no inverno, pois o metabolismo acelera para manter a temperatura do corpo. Só não adianta exagerar na quantidade de comida, porque obesidade também traz problemas.

Doe um cobertor

Enquanto seu bicho está dormindo quentinho, muitos animais adoecem e chegam a morrer de frio. Cuidados por pessoas de grande coração, mas sem grana, eles vivem em abrigos, cemitérios e até em casinhas na rua.
Com o objetivo de aquecer esses peludos, a ONG Adote um Gatinho criou a Campanha do Agasalho para Cães e Gatos, que já arrecadou mais de 2,5 mil camas, cobertores e roupinhas.
Você pode colaborar doando qualquer paninho que seu pet não use mais ou comprando um novo, baratinho. Basta entregar em um dos 29 postos conveniados: http://abr.io/campanhadoagasalho.
Quem mora fora de São Paulo pode procurar uma organização não governamental próxima de sua residência.

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Produtos práticos que facilitam o dia a dia do animal e do dono

Conheça produtos que contribuem nos cuidados diários com os animais domésticos

Mulher fazendo compra com o cachorro
Invista em produtos que ajudam a cuidar do pet e ainda facilitam a sua vida
Foto: Getty Images
Cuidar de cães, gatos, coelhos e até porquinhos-da-índia exige, além de consultas veterinárias, visitas constantes a pet shops. Confira abaixo uma série de produtos que disponíveis em lojas especializadas e contribuem para melhorar o dia a dia dos pets:
1. Petisco natural
Tem gengibre, que controla as bactérias instaladas na boca do cão, prevenindo o tártaro. E também eucalipto, um descongestionante nasal.
2. Pipi Gel
Em poucos segundos transforma o xixi do pet em pó, que pode ser varrido ou aspirado. Além disso, deixa o ambiente com cheiro de erva-doce.
3. Protetor solar
Para defender seu companheiro do câncer de pele, a loção deve ser aplicada a cada duas horas. Atente para a ponta das orelhas, patas e focinho.
4. Linha HomeoPet
Os bichos podem ser tratados com homeopáticos, mas sempre com o acompanhamento de um veterinário, claro. Os produtos tratam desde infecções urinárias até convulsões. Só observe na embalagem se seu animal pode se beneficiar do remédio. Alguns são recomendados apenas para gatos, outros para cães ou roedores.
5. Acabou
Armazena 500 saquinhos biodegradáveis para a coleta do cocô e estará disponível gratuitamente em lugares públicos, como o Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

 

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Como escolher um Pet Shop

Veja quais são os cuidados que você deve ter ao escolher o Pet Shop que vai cuidar do seu bichinho de estimação

Cachorro no Pet Shop
Verifique se o Pet Shop que vai cuidar do seu cãozinho cumpre as normas de higiene
Foto: Dreamstime

Escolher com cuidado o pet shop para o banho e a tosa de seu amigão é fundamental para garantir a segurança e o bem-estar dele. Veja o que recomenda a ONG de proteção animal Arca Brasil:
1. Conheça pessoalmente as instalações, examinando o local e os equipamentos.
2. Certifique-se de que os xampus e sabões são de uso veterinário e de boas marcas.
3. Observe se os profissionais mostram paciência e carinho com os bichos.
4. Desconfie de preços muito baixos. Os custos para oferecer um serviço de qualidade são consideráveis (bons profissionais, produtos, equipamentos etc.).
5. Preste atenção no comportamento do animal. Se constatar que ele sofreu maus-tratos, denuncie à polícia.
6. Observe se existe um vidro para acompanhar o manuseio dos profissionais em seu bichinho.
7. Verifique se o local cumpre todas as normas de higiene.

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3 passos para seu cão fazer xixi e cocô no lugar certo

Confira as da veterinária Marisa Nogueira e veja como orientar o seu bichinho a fazer xixi e no lugar certo
1. O momento ideal para ensinar o cachorro a fazer xixi e cocô? Enquanto ele ainda é . A partir de 45 dias já é possível começar o .
2. Depois que o cachorro tiver comido e bebido água, o dono deve colocá-lo em um ambiente todo coberto por jornal. É só deixar o bichinho lá por uma hora e depois soltá-lo para brincar. Com o passar das semanas, deve-se diminuir a quantidade de jornal, até ficar somente uma folha. O cachorro fixará o comportamento e não fará nem xixi nem cocô em outros lugares.
3. A veterinária lembra que há os chamados educadores sanitários – produtos à base de amônia que imitam o odor da urina do cachorro, facilitando o adestramento. São vendidos em lojas de artigos para animais. Porém, segundo ela, só precisam ser usados com cachorros mais velhos, que já tenham comportamento inadequado.
Outra dica da profissional: não se deve deixar comida nem bebida o dia todo à disposição do cão, pois isso dificulta o ensinamento. O correto é que ele tenha hora certa para comer e matar a sede.

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Animais idosos não perdem neurônios

Um feito por da Universidade de São Paulo () mostrou que animais não sofrem redução no número de neurônios. A descoberta contraria a ideia que se tinha de que o corresponde à perda de células nervosas.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram o sistema nervoso autônomo – responsável pelo controle de funções vitais – de ratos, cavalos, gatos e, principalmente, preás, que são considerados idosos aos três anos e meio de idade.
A partir das observações, puderam concluir que o número de células nervosas que se dividem é maior do que o número de neurônios que morrem com o envelhecimento.
Como explica o professor Augusto Coppi, um dos autores da pesquisa, isso faz com que a quantidade total de neurônios permaneça estável ou, em alguns casos, até aumente. “Utilizamos marcadores imunohistoquímicos especiais para detectar as células que estavam se dividindo. Mostramos que o número de células em divisão é uma proporção constante em cada faixa etária. Assim, o número total de células se mantém exatamente o mesmo em cada uma das quatro faixas etárias que observamos: animais neonatos, jovens, adultos e idosos”, explicou o professor.
O estudo, no entanto, mostrou que esta estabilidade não foi notada nas , nas quais puderam notar uma redução de 21% no número total de neurônios entre animais idosos. “Não sabemos explicar as causas dessa redução. Em compensação, no caso do cão, houve um aumento incrível do número de neurônios em animais idosos: 1.700%”, afirmou Coppi.
Essa descoberta é um marco para a comunidade médica e se soma a uma série de pesquisas que tentam amenizar os problemas causados por doenças degenerativas em humanos.

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Animais de estimação proporcionam o mesmo calor humano dos amigos

cachorro filhote carinho amor dormindo homem petrede Animais de estimação proporcionam o mesmo calor humano dos amigos
Um animal de estimação é capaz de operar milagres na vida do ser humano. A amizade que um cão proporciona, por exemplo, satisfaz as necessidades psicológicas básicas do homem. Cuidar de um animal também ajuda a curar doenças e espantar a .
Um da Universidade de Miami, nos EUA, analisou a capacidade que os animais têm de reforçar a saúde mental daquele que nunca sofreu de solidão. Os observaram a atuação dos pets como um reforço da .
O estudo descobriu que os proprietários de animais se sentiam menos solitários e tinham uma autoestima maior do que aqueles que eram sozinhos e não tinham animais para cuidar. Os cientistas chegaram a conclusão que os cães ajudam os homem a ter uma maior das necessidades sociais e, com isso, a sentir-se melhor com a vida. Os pesquisadores deixaram claro que animais não são uma substituição de amigos e familiares, mas proporcionam bem-estar, independente da companhia humana.

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Itália proibe fogos de artifício

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Idéia que poderia ser copiada… Nada contra a beleza dos fogos, mas o barulho é insuportável. Na minha rua já era dia 01 e ainda tinha gente comemorando. Um cachorro de minha vizinha comeu a cortina de medo… outro apareceu em casa e estamos procurando o dono, pois estava ofegante, e claramente tem um dono… Acho também que precisamos conscientizar as crianças, ensinando sobre o barulho que provoca medo para os , além do perigo que as bombinhas e fogos provocam a elas.
Os italianos se preparam para o Ano-Novo com proibições de lançar em várias cidades para evitar ferimentos em animais e crianças e com sérias recomendações de oftalmologistas no momento de abrir as garrafas de prosecco sem que a rolha tenha como alvo os olhos de quem estiver no entorno.

A polêmica dos explosivos partiu neste ano da Aidaa (Associação Italiana de Defesa dos Animais e Ambiente). Em várias cidades, a entidade pediu aos prefeitos a proibição do uso de fogos dos quais os italianos são tão fãs para festejar a entrada do novo ano e que “aterrorizam os animais, que passam a noite escondidos”.
 Aderiram a essa iniciativa as cidades de Turim, Milão, Veneza e Modena, no norte do país, e Bari, no sul.
 Por sua vez, o prefeito de Roma, Gianni Alemanno, não proibiu as comemorações pirotécnicas, já que para parte dos italianos é mágico destruir o tempo passado através da purificação do fogo, mas com moderação.
Os , entretanto, advertem que tanto os animais domésticos quanto os selvagens sentem terror diante de explosões porque não sabem de onde provêm e podem fugir apavorados invadindo estradas ou abandonar em revoada seus ninhos.
Uma proibição impossível de impor em Nápoles, onde a população adora os fogos e neste ano está sendo preparado um grande show pirotécnico com o nome de “prêmio de risco”. A esperança deles é conjurar com a explosão a crise econômica tão ligada ao que os italianos chamam de “spread”, que até agora nem sequer o primeiro-ministro da , Mario Monti, conseguiu exorcizar.
O uso impróprio de explosivos causa a cada ano milhares de ferimentos em adultos e crianças, com danos mais graves nas mãos e no rosto (7%), enquanto 5% acabaram com amputações de membros e perda de visão, informa neste sábado o jornal “Il Messagero”. Só em Nápoles, a pirotecnia fez nos últimos cinco anos 344 feridos.

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Loja Centro de adoção é inaugurada em São Paulo

sam 285x380 Loja Centro de adoção é inaugurada em São Paulo
A cidade de São Paulo acaba de ganhar a primeira de adoções de animais domésticos e domesticados provindos de maus tratos e abandono, o  Centro de Adoção localizada na Rua  General Jardim, nº 234 – Centro, inaugurado no domingo(11).
A loja é resultado da parceria entre a Associação Natureza em Forma e a casa de cultura independente Matilha Cultural possui 70 m2 e dois andares onde, além dos animais para (cachorros, gatos, pombas, galos, entre outros), oferece produtos exclusivos  como camiseteria, calendários, souvenirs institucionais de diversas Ongs como Instituto , Tribuna Animal, Toca dos Gatinhos, PEA, Sem Raça Definida,Celebridade Vira-Lata todas com renda revertida para a causa animal.
Ao longo do dia, cerca de 300 pessoas participaram das ações de inauguração que resultou na adoção de 11 animais, sendo 4 gatos e 7 cachorros. Mais de 50 atendimentos foram realizados a preços populares durante o Mutirão da Saúde que contou com prestações de serviços de saúde animal (consultas veterinárias, vacinas, Placas de Gravação, Microchipagem, RGA) promovidas pela Clínica Melhor Amigo.
Há 2 anos a Matilha Cultural cede gratuitamente a Natureza em Forma um espaço de 100 m2 para realização de uma feira de adoção diferenciada, com musica ambiente onde os cães para adoção ficam soltos e interagem diretamente com o publico em meio as exposições de arte, cinema e toda programação da casa vigente, disponível gratuitamente. O objetivo da loja é promover a adoção, informar, conscientizar e oferecer serviços a preços populares a fim de incentivar as pessoas a cuidarem de seus animais.
História:  A Associação Natureza em Forma nasceu há 7 anos, seu fundador é o biólogo Lito Fernandez que inicialmente resgatava, recuperava e reintroduzia na natureza animais silvestres, principalmente nas estradas próximas ao município de Igaratá em SP, onde contava com um espaço cercado de 7 alqueires de mata nativa e reflorestada do “Spa Fazenda Igaratá” – local que acolheu seu projeto.
Logo estes animais começaram a procriar e prosperar, virando alvo de cães e gatos não-domiciliados que começaram a caçá-los. A primeira providência foi promover ações educacionais e mutirões de castração na cidade e arredores, mas em decorrência das ações, abandonos começaram a ser freqüentes, sendo necessário o trabalho de adoção desses animais com urgência.
A atividade da Associação Natureza em Forma ganhou força e então se instalaram no famoso casarão da Av. Paulista, que estava abandonado à espera de restauro. Foram seis anos de presença dos animais no coração financeiro e cultural da cidade. Após a sua desapropriação, a Associação se manteve realizando eventos móveis de adoção e hoje esta fixamente todos os domingos na Matilha Cultural e agora com a loja Centro de Adoção.
Loja Centro de Adoção
Terça a Domingo 10:00 – 20:00 hrs
End.: R. General Jardim, 234 – Centro – SP/SP
Fone:(11) 3151-2536
Site: http://www.naturezaemforma.com/centrodeadocao
Facebook: Natureza em Forma
e-mail:contato@naturezaemforma.org.br

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Paulistanos chegam a gastar R$ 700 por mês com dog walkers

Fernando Lopes, de 52 anos, é pós-graduado, casado, tem três filhos, era empresário e tinha uma vida financeira estável. Mas ele abandonou tudo e resolveu se tornar um ‘dog walker’, também conhecido como passeador de cães. Hoje, com a saúde melhor e mais confiante, ele diz que foi a melhor que já fez.

dog walker Paulistanos chegam a gastar R$ 700 por mês com dog walkers
Passeadores são pessoas que passam o dia com cachorros cujos donos, na maioria das vezes, não têm tempo de realizar a tarefa. São profissionais que, acima de tudo, amam os animais e que apostam em uma forma de trabalho alternativa para ganhar dinheiro.
Lopes é dog walker há um ano e meio e emprega outras quatro pessoas. Ele se tornou um dog walker quando, segundo ele, começou a sentir um desconforto no trabalho. “Me senti cansado da vida que tinha e resolvi mudar tudo. Pensei: ‘Quer saber? Vou fechar a empresa e me dedicar a algo que gosto de verdade’”, disse.
A alta demanda no trabalho de passeador de cachorros foi percebida em suas caminhadas pelo bairro em que mora: Higienópolis. Começou distribuindo panfletos divulgando o serviço e logo ganhou o primeiro cliente. Hoje, tem cerca de 70. “Resolvi unir uma das coisas que mais gosto, que é cuidar de animais, com trabalho. Não ganho o mesmo que antes, mas estou mais feliz.” Ele atende nas regiões de Higienópolis, Santa Cecília, Perdizes, Pompéia e Campos Elíseos.
Em São Paulo, os bairros que mais têm demanda pelo serviço são os de classe média a alta. Higienópolis, Jardins, Perdizes, Morumbi e Moema são alguns deles.
Os passeios, em geral, duram uma hora e acontecem uma vez ao dia, de segunda a sexta. Os preços normalmente são fechados por mês e variam de acordo com a empresa, e de passeios. Tudo pode ser negociado entre cliente e passeador. Normalmente, se os passeios são fechados com antecedência, o cliente pode receber um desconto. Além de caminhar com o cão, alguns dog walkers ensinam noções básicas de .
Em Higienópolis, por exemplo, um passeio de uma hora por dia, de segunda a sexta, pode custar R$ 180 por mês. Alguns cobram valores mais altos porque saem com apenas um cachorro por vez e o trajeto é mais longo. Outro fator que pode alterar o valor é o número de cachorros – quando a pessoa tem mais de um cachorro, há possibilidade de negociação. O valor pode chegar a R$ 700.
Quem investe nesse serviço é a psicóloga Isabel Coutinho, de 34 anos, que tem um cachorro da raça labrador chamado Calvin. O cãozinho passeia duas vezes ao dia com o dog walker Plínio Henrique de Oliveira, dono de uma empresa especializada no serviço. Por mês, a psicóloga chega a gastar cerca de R$ 500 com os passeios. Para ela, o investimento é indispensável. “Desde que eu e meu marido pensamos em ter um cachorro de porte grande, como é o caso do labrador, já contávamos com esse gasto a mais. Um dos principais benefícios é que ele gasta muita energia na rua e bagunça menos a casa”, disse.
Já o tradutor Ernesto das Silva Cintra, de 45 anos, chega a gastar R$ 700 por mês com os passeios do Tonny, da raça . Cintra viaja muito e sobra pouco tempo para cuidar do cachorro. “Quando peguei o Tonny, tinha mais tempo. No entanto, agora eu fico pouco em casa e para que ele não fique estressado opto por pagar pelo serviço”, disse. Sobre o valor, que é considerado alto, ele disse que que um dia tenha mais tempo para seu cãozinho e, dessa forma, consiga diminuir o valor gasto. “Tenho noção que é alto, mas por enquanto é a única solução.”
Oportunidade
Oliveira trabalhava em um banco e, em 2005, cansado da rotina de nunca ter tempo para o lazer, resolveu abrir a Dog Walker. Atualmente, cinco pessoas trabalham para atender a demanda da empresa.
“Quando trabalhava no banco não tinha horário para entrar nem para sair. Viva correndo e nunca tinha tempo para nada, nem nos finais de semana. Agora eu faço os meus horários, sem contar que trabalho com cachorros, que gosto muito”, disse.
Para evitar problemas, ele passeia com apenas um cachorro por vez. “Dizem que quanto maior o grupo é melhor por causa da sociabilidade, mas eu não penso dessa forma. Com um cachorro por vez, consigo dar mais atenção ao bichinho.”
Segurança e
Quem contrata esse tipo de serviço tem de ficar atento à segurança. É imprescindível que o passeador tenha conhecimento básico de cada raça para que saiba como agir em casos de , como em um eventual ataque a uma pessoa que passa na rua, por exemplo. Outra orientação é que o cliente busque referências sobre o trabalho do passeador. Cursos de adestramento também são indicados.
Perfil
O perfil de quem contrata esse tipo de serviço é basicamente formado por pessoas que trabalham fora e não têm tempo de com o cachorro todos ao dias. “Hoje em dia, tanto homens como mulheres têm uma vida profissional muito ativa e acaba que não sobra muito tempo para essa tarefa. E também não é bom para o cachorro apenas alguns minutos por dia. O ideal é que o animal saia para duas vezes ao dia, sendo que cada passeio deve durar em média uma hora”, afirmou o passeador Lopes.
Já o perfil de quem trabalha como dog walker não tem grandes variações. Geralmente são pessoas que estão na faculdade e ainda não conseguiram um emprego. O que todos têm em comum é o carinho pelos animais.
Onde encontrar
Red Dog Walker: (11) 3881-3246 e (11) 9916-3246 com Fernando
Bairros: Higienópolis, Santa Cecília, Perdizes, Pompéia e Campos Elíseos
Dog Walker: (11) 6279-0409 com Plínio
Bairros: Higienópolis, Santa Cecília, Bela Vista, Jardins, Moema e no Centro de São Paulo
Cãominhando: (11) 5523-1070
Bairros: Interlagos, Brooklin, Alto da Boa Vista, Pinheiros, Perdizes, Sumaré, Higienópolis e Morumbi

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Pitbull salva dona que desmaia na linha do trem e perde pata

pit2 340x320 Pitbull salva dona que desmaia na linha do trem e perde pata
Acho que esta reportagem mostra o que um e não somente como a mídia massacra a . A ong Pitcão recebe de casos que o homem é que maltrata-os simplesmente por eles existirem.
Cadela pit bull perde pata após salvar dona desmaiada sobre linha de trem. Lilly teve parte de pata dianteira dilacerada pelo trem em Massachusetts. Maquinista viu a cachorra arrastando a mulher, mas não conseguiu frear.
Uma cachorra da raça pit bull chamada Lilly está sendo chamada de heroína após salvar a vida de sua dona, que desmaiou embriagada sobre trilhos de trem em Shirley, no estado americano de Massachusetts.
Lilly, de 8 anos, acabou sendo atingida depois de arrastar Christine Spain para a segurança. Levada para o veterinário, ela teve parte da pata dianteira direita amputada, segundo a reportagem da emissora FOX em Boston.
O maquinista diz que viu a cadela puxando a mulher da linha de trem por volta de meia-noite da última sexta-feira (5). Ele acionou os freios, mas a locomotiva parou por completo só depois de atingir Lilly. A mulher não sofreu nenhum .
A cachorra teve a ponta da pata dilacerada, sofreu fraturas na pélvis e ferimentos internos, mas se manteve ao lado da dona até que o socorro chegassem ao local, disse um bombeiro.
O filho de Christine, David Lateigne, explicou que a mãe sofre de alcoolismo há muitos anos. Ele mesmo deu Lilly para a mãe como forma de companhia, após resgatar a cachorra três anos atrás.
“Sempre soubemos que ela é um cão especial. E ela mostrou exatamente o que é um pit bull, ela foi até o fim”, conta David, emocionado. Ele trabalha como em Boston, longe da mãe.

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Segunda edição da Pet Fashion Week SP reunirá inovação, tendências e negócios no Espaço Villa Lobos

pet fashion week sp petrede Segunda edição da Pet Fashion Week SP reunirá inovação, tendências e negócios no Espaço Villa LobosEvento acontecerá nos dias 18 e 19 de junho e terá expositores, beneficente e de marcas famosas, além de novidades nacionais e internacionais do setor
A segunda edição da São Paulo trará ao mercado brasileiro inovações, nacionais e internacionais e um espaço único para a realização de novos negócios no setor. Neste ano, o evento reunirá 30 estandes das mais renomadas marcas do mundo pet que apresentarão roupas, serviços e acessórios do segmento. Os visitantes poderão conferir a área de trade show, um desfile beneficente com celebridades e um desfile oficial com marcas nacionais e internacionais, além de demonstração de tosa artística e duas exposições internacionais: uma de looks desenvolvidos pelos alunos da FIT (Fashion Institute of Technology) e outra com os finalistas da PFW NY Lifestyle Innovation Award 2010. Outra novidade da segunda edição é a participação da consultora e gestora de produtos específicos para gatos Cecy Passos. O Grupo Aktuell é o responsável pela concepção e realização do evento no .
O Pet Fashion Week SP tem o objetivo de atender às necessidades e demandas das mais sofisticadas empresas e profissionais da pet, oferecendo a oportunidade de apresentarem ao varejo seus produtos e inovações nos segmentos de moda, tosa e lifestyle. “Na primeira edição do PFWSP tivemos um retorno muito positivo dos expositores, todos tiveram grandes oportunidades de negociação. Isso nos mostra que o evento é único no setor, onde é possível conhecer novos produtos que não existem no mercado brasileiro”, comenta Rodrigo Rivellino, presidente do Grupo Aktuell. O evento acontece também em Nova York e Tóquio.
O mercado pet brasileiro cresce anualmente 5%. Segundo a Anfalpet (Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação), o país movimenta em média R$ 10 bilhões por ano entre alimentos, medicamentos, higiene, estética e centros de adestramentos e hotéis para atender seus milhões de pets. O Brasil é segundo colocado no ranking mundial desse segmento, tanto em faturamento e em números de cães e gatos. “Nossa expectativa é que a PFWSP se torne o principal evento do setor na América Latina. A primeira edição nos mostrou que isso é completamente possível”, diz Mário DiFante, idealizador do Pet Fashion Week.
A edição brasileira do evento terá uma programação intensa, além da área de trade show e desfiles. A Pet Fashion Week São Paulo contará com duas exposições internacionais e demonstração de tosa artística. Confira as atrações do evento:
• Trade Show – área exclusiva para marcas e profissionais do trade pet. São cerca de 30 expositores, entre nacionais e internacionais, que vão apresentar as novidades em roupas, acessórios e produtos para animais.
• Desfiles – dois desfiles acontecerão no sábado (dia 18): às 16h e ás 20h. O primeiro desfile será para convidados. O segundo será beneficente com a arrecadação da venda dos ingressos para as organizações Instituto Cão Guia Brasil e Arca Brasil.
• Exposições Internacionais – serão duas exposições internacionais: uma de looks desenvolvidos pelos alunos da FIT (Fashion Institute of Technology), e outra com os toys finalistas da PFW NY Lifestyle Innovation Award 2010.
• Demonstração de Tosa Artística – nesta edição a PFWSP apresentará uma série de profissionais demonstrando tosa artística e criativa.
• Área de Convivência – aberto ao público convidado para visitação, com exposição de produtos, Café Lounge, estandes dos principais parceiros do encontro e transmissão dos desfiles.
Ação Social
Neste ano, a PFWSP terá a participação das entidades: Instituto Cão Guia Brasil – organização sem fins lucrativos que treina cães para serem doados como cães guias a pessoas portadoras de deficiência visual; e Arca Brasil – associação humanitária de proteção que promove o bem-estar e o respeito aos direitos dos animais. As duas instituições terão estandes próprios onde venderão os artigos com a marca Pet Fashion Week SP. As vendas serão revertidas para as duas entidades, assim como o valor arrecado com os ingressos do desfile.
Serviço:
Pet Fashion Week São Paulo
Local: Espaço Villa Lobos (Rua Gonçalo Madeira, 209 – Jaguaré)
Quando: 18 e 19 de junho
Evento fechado para convidados
Informações: www.petfashionweeksp.com

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Bocejo dos humanos é contagiante para cães


Cão bocejando
Cães são contagiados por bocejo humano (foto: reprodução / internet)

Pesquisadoras portuguesas estudaram a empatia que existe entre cães e pessoas, através do 'bocejo contagiante'.

A investigadora portuguesa Joana Bessa, do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), da Universidade do Porto, concluiu um estudo sobre a relação entre o bocejo dos seres humanos e dos cães. E os resultados são surpreendentes.
Joana, juntamente com as cientistas Karine Silva e Liliana de Sousa, concluíram que ‘houve contágio por parte dos cães’. Partindo de estudos já realizados sobre o bocejar contagiante mas que tinham obtido resultados divergentes, a equipe submeteu 29 cães a sons de bocejos. Os cães ouviram sons de pessoas diferentes, dos donos e de pessoas desconhecidas e um som de controle (artificial), distribuídos por sessões separadas por sete dias.
“Tentamos replicar os estudos para perceber se encontrávamos provas de que os cães podiam apanhar os bocejares dos humanos, mas tentamos também perceber se havia influência da empatia”, explicou Joana Bessa em entrevista à agência Lusa. “Os cães bocejavam mais quando ouviam o bocejar de pessoas conhecidas, dos donos, face a pessoas desconhecidas e surge a hipótese de que os cães poderão ter alguma empatia relativamente aos humanos”, disse.
Caso os resultados se confirmem em futuros estudos, Joana acredita que se for provado que a empatia está relacionada com o bocejar contagiante, essa informação “pode ser aplicada a várias espécies”. E ela ainda acrescenta que o longo processo de domesticação dos cães poderá fazer com que tenham uma ligação mais próxima com os humanos, tendo igualmente influência nesta capacidade empática.

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Cão enfrenta o trânsito para ajudar companheiro atropelado


Nos Estados Unidos, a labradora Grace ficou no meio da estrada guardando o corpo do companheiro.



Grace - labrador protege cão atropelado
(foto: Departamento de controle e proteção animal de Los Angeles)
O relato da bravura de Grace, uma labradora que enfrentou o trânsito de Los Angeles (Estados Unidos) para ajudar outro cão atropelado, gerou comoção internacional. O caso aconteceu no dia 11/04, e foi noticiado no San Gabriel Valley Tribune.
Depois de um outro cão ter sido atingido fatalmente por um carro, a corajosa labrador se manteve do lado do corpo, sem medo do fluxo de viaturas da Hacienda Boulevard. Motoristas sinalizaram a pista com cones para que os cães não sofressem outro atropelamento e quando os funcionários do serviço animal chegaram no local, retiram o animal morto da pista e levaram Grace para o Centro de Cuidado Animal do Baldwin Park. Ela ficará no local até que o dono apareça ou, caso isso não aconteça, até ser adotada.
O vídeo que foi postado no YouTube gerou dezenas de comentários, incluindo o da diretora do abrigo do Los Angeles County Department of Animal Care and Control (DACC), entidade municipal responsável por questões relacionadas a animais. “Quando vi o vídeo, filmado com uma câmera de celular, fiquei muito emocionada”, disse Marcia Mayeda.



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Canal para cães assistirem TV estréia nos EUA

DogTV
A DogTv possui programação 'para o cão' (foto: reprodução / DogTV)
Pela primeira vez, um canal de TV totalmente desenvolvido para cães. A DogTV inaugurou a sua transmissão no passado dia 17/04, com um bloco de oito horas de programação feita para manter o cão relaxado e entretido enquanto o dono está fora de casa.
Para o diretor executivo do canal, Gilad Neumann, a idéia tem um futuro ambicioso. “Mais de 46 milhões de famílias norte-americanas têm cães e 97% dos lares possuem TV. Olhando por esse lado, o futuro do nosso canal parece bastante promissor”, disse.
O trabalho de produção de conteúdo leva em conta uma série de fatores para captar o máximo de atenção do ‘cão-telespectador’. Emudecer cores, alterar e adicionar músicas escritas especialmente para a programação, tudo para diminuir o estresse causado pela ausência dos donos.
O novo canal já está disponível para um milhão de assinantes, com o custo de U$ 4,99 por mês. Veja no vídeo a seguir um exemplo da programação da DogTV:



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Mercado pet, que movimenta US$ 7 bi, tem plano de saúde para animais domésticos

Quem é o melhor amigo do homem? A resposta invariavelmente recai sobre o cachorro, ainda que para muitos seja o gato, o papagaio, o canário, o hamster, a calopsita. Não importa qual, todos esses animais domésticos que integram o chamado mercado pet, como o designam os países de língua inglesa dos quais tomamos emprestado a expressão, já respondem por um negócio de US$ 73 bilhões por ano no mundo.

Desse montante, os brasileiros participam com US$ 7 bilhões. Valor que aguça o apetite das empresas em oferecer soluções. A Cooperativa de Médicos Veterinários de Goiás (Unimev-GO) é um bom exemplo. Desde 2006, ela vende um plano de saúde voltado para 54 espécies de animais de pequeno porte, presente em nove estados brasileiros.

O presidente da Unimev -GO, Hélio Lourezo, conta que o faturamento em 2010 chegou a R$ 1 milhão, 15% a mais que o contabilizado em 2010. A expectativa para este ano é mais ousada: quase triplicar de tamanho, somando 100 novos contratos aos 60 existentes. Os planos variam de R$ 47 a R$ 230 mensais, a depender da idade e do tipo de serviços escolhidos. Estima-se que a soma apenas de gatos e cachorros seja de 40 milhões no país e, portanto, para cada um deles existe um ou mais consumidores dispostos a pagar caro pelo conforto do animal de estimação.

Para facilitar o entendimento, o plano oferecido pela Unimev-GO é bem similar ao usados pelos donos. Tem prazo de carência e coberturas para consultas, exames e cirurgias. Os prazos e os serviços dependem do plano escolhido: do Standard (o de valor mais baixo), passando pelo Master e pelo VIP até o Golden (o mais caro). Os segurados são atendidos por veterinários da rede credenciada ou em veterinário da preferência do dono pelo sistema de reembolso. A cobertura é oferecida para animais de quatro meses a oito anos.

A Unimev-GO, único plano de saúde animal aprovado pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária, conta atualmente com uma rede credenciada de 22 clínicas e cerca de 40 veterinários cooperados. “Com essa parceria, que segue o conceito de cooperativismo, é possível conseguir a melhoria da proteção dos animais e propiciar aumento na geração de emprego e renda aos profissionais que atuam no setor”, diz o assistente administrativo da Unimev-GO, Júlio César de Amorim.

A administradora Daniela Nardelli, 39 anos, aprova o serviço. Ela não se importa em desembolsar R$ 360 por mês para oferecer cobertura às cadelas Marie (5 anos), Mabel (2) e Lazy (2). Daniela contou que, há três anos, Marie precisou ser castrada e o custo ficaria em R$ 1, 8 mil caso fosse feito em uma clínica particular. Como o plano cobria a cirurgia, ela pagou apenas o valor mensal do plano.

“A economia foi muito grande e ela teve toda a assistência dos veterinários.” Ela disse ainda que se fosse arcar com as despesas, os gastos chegariam facilmente ao dobro. “Tem gente que se preocupa só com a estética do animal e esquece que ele precisa de cuidados médicos”, acredita Daniela.

A Proteste (Associação de Defesa do Consumidor) recomenda, porém, que os donos de pequenos animais domésticos, façam contas antes de contratar o plano. “Primeiro verifique se será vantajoso para você e se você é capaz de pagar. Liste todos os tipos e quantidades de processos médicos veterinários que seu animal usa por ano. Depois, multiplique o valor cobrado por cada procedimento em clínicas onde você costuma levar seu bichinho e esse será o resultado do custo anual deixado no veterinário. Sabendo esse valor é possível avaliar se o plano terá uma boa relação custo-benefício”, informou o órgão, em nota ao Correio.

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Mercado Pet: Cama especial chega a custar R$ 2,9 mil


O mercado voltado aos pets tem inovado na criação de brinquedos e objetos para animais de estimação. Mas uma empresa chamou a atenção ao criar camas de luxo para os bichinhos e desenvolveu uma linha de camas especiais para esses animais. O destaque é o design das minicamas. Segundo informações publicadas no jornal inglês Daily Mail da quinta-feira (26/4), além de parecer confortável, o móvel é muito parecido com camas comuns, mas em miniatura.

O objeto extravagante permite que os bichinhos relaxem em estilo, mas tanto mimo tem um preço. A cama chega a custar cerca de R$ 2,9 mil.

As criações da empresa argentina Cedel Pets and Style incluem, ainda, uma cama para gatos com mesas de cabeceira, pequenos travesseiros e até um miniedredom. O modelo, que mede 66 centímetros de comprimento e 55 centímetros de largura, leva cinco semanas para ficar pronto e está entre os produtos mais sofisticado da companhia.

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Animais ganham ambientes especiais em novos projetos

As têm investido nas áreas comuns dos para atrair interessados. Piscinas e churrasqueiras vieram primeiro. Depois, espaços gourmet e até cinemas. Agora, são os animais de estimação que começam a ganhar espaço, com a introdução de especiais para eles.
“Nos grandes, muitas pessoas têm animais e não querem ir a , mas sim cuidar em casa”, diz a arquiteta Maria Fernanda Ribeiro, da Aresta Arquitetura, para justificar a proliferação dos chamados pet cares em condomínios. Esses ambientes recebem tanques, chuveiros e tomadas para secador. “Além disso, decoramos os ambientes com armários e gavetas para auxiliar na lavagem dos animais”, afirma Melina Fanny Iossephides, gerente de desenvolvimento de produto da Gafisa. “Fica como um pet shop, só que dentro do edifício”, completa Maria Fernanda.

petshop apartamento condominio petrede Animais ganham ambientes especiais em novos projetos
Ela diz perceber que a demanda por esse tipo de espaço tem crescido. Os números da Gafisa endossam essa impressão. “Já fizemos aproximadamente 22 empreendimentos com esse ambiente, alguns em construção e outros já entregues”, aponta Melina Fanny Iossephides, que ainda ressalta que cães e gatos são os mais beneficiados por esse tipo de instalação.
Os pet cares já são previstos na estrutura do edifício. Depois, segundo Maria Fernanda Ribeiro, o escritório de arquitetura pega o projeto e faz a execução, colocando os móveis e equipamentos no lugar. O espaço de instalação, portanto, já é determinado. Ainda assim, a arquiteta conta que é possível transformar a área ociosa de qualquer edifício em um local para tratar de animais. “Pet care não tem nada de mais”, justifica ela.
O espaço para cuidar dos bichos, por sua vez, é entregue pelas construtoras, mas cabe aos moradores definir como vai ser utilizado. “Se o contratar algum serviço, será pago separadamente”, fala Melina Fanny Iossephides. Nesse caso, o ideal é definir com a administradora do imóvel a melhor forma de prestação de cuidados para os animais.
Os bichos de estimação têm ganhado tanto destaque nos novos projetos que não são apenas os pet cares as únicas instalações voltadas para eles. “Em alguns empreendimentos, fazemos também os espaços pet place, que são locais abertos nos quais colocamos equipamentos que servem para treinamento e adestramento”, conta Melina Fanny Iossephides.

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Mercado de luxo para pets é tendência, dizem especialistas


O mercado pet está em expansão. Segundo especialistas, as lojas focadas em produtos de luxo para animais de estimação se destacam como uma boa tendência de negócio para este ano.
Com mordomia que não acaba mais, o pet shop do empresário David Kim é uma verdadeira boutique. Tudo esbanja luxo. Camas bem confortáveis, roupas feitas à mão e acessórios com brilho e design diferenciado. Os produtos são exclusivos e os preços nas alturas, uma roupinha, por exemplo, custa R$ 600.

Coreano, ele vive no Brasil há 25 anos. Em 2008, começou a trabalhar com o setor pet. No início vendia roupas para cachorro em um pequeno escritório, e há um ano montou o pet num shopping em São Paulo.

“O pessoal vem, vê coisa diferente. É uma loja só para cachorro, sente qualidade. Ele já prova no cachorro. Parece que foi feito para próprio cachorro mesmo”, afirma o empresário.

Kim investiu R$ 1 milhão para montar o espaço de 40 metros quadrados. Os produtos são importados da Coréia. A grife está presente em mais de 60 países. É a primeira loja da marca na América Latina. Estão à disposição do consumidor mais de 500 itens.
Os produtos são para os animais, mas na verdade, quem se encanta com a variedade são os donos. É só entrar aqui e se perder entre tantas opções. E entre os produtos mais vendidos da loja, estão as bolsas, sofisticadas como acessórios, e muito práticas para carregar um cãozinho.

E a comodidade não para por aí. Quem preferir pode levar o cachorro para passear num carrinho bem parecido com o de bebê. Para isso, o cliente paga até R$ 1,3 mil.

Para os apaixonados pelos bichinhos, é um investimento que vale a pena. “Eu vim de Santos especialmente para comprar um carrinho, e nesta loja”, diz Nanci Paiva,consumidora.
A loja vende cerca de 40 produtos por dia. E fatura R$ 100 mil por mês. “As roupas são lindas e acho que isso que chamou mais a atenção. São roupas bem diferentes”, afirma Graça Dantas.
Na loja, tudo que é diferente, vende. A cada 15 dias, o empresário Kim troca as coleções e prova que este mercado também pode ter exclusividade. “Tem cliente que vem toda semana procurando coisa diferente. Então eu sou obrigado a ter coisas diferentes sempre”, afirma.

A população de animais domésticos cresce a cada ano no Brasil. Hoje, estima-se que o país já atinja a marca de 28 milhões de cães. Com isso, o consumo de produtos pet disparou.
Para o consultor Sebastião de Oliveira Campos, o crescimento do mercado é um reflexo da forma como os brasileiros passaram a tratar os animais de estimação.

“Ele freqüenta a casa, faz parte da casa. E então é tratado como membro da família de fato. E aí com o crescimento do consumo, crescimento da renda e o amadurecimento desse mercado, cada vez mais se tem produtos específicos mais luxuosos e as pessoas estão dispostas a isso”, avalia.

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